"Escrevo para não sentir medo, ainda que não seja bom o que escrevo, ainda que não haja coerência no que sou agora. Não me importa a coerência. Falo um poema em voz alta apenas para ouvir minha voz. Mas no meio do poema descubro verdades que eu te diria. "
BARTHES, Roland. Crítica e verdade. In: BARTHES, 2010, op. cit., p. 202.
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