Então ela sentiu que algo não estava certo. Se preocupava, pois não estava entendendo que acontecia ao seu redor, se viu num labirinto. Ficou parada para tentar estudar o lugar onde estava, percebendo que movimento faria e para onde iria para sair dali.
Observou onde pousava, um chão seco e comentado. As paredes com folhinhas verdes e minúsculas que subiam até o alto.
Se viu frente a um pequeno caminho mas que logo se dava conta outra parede e outra parede e mais outra parede. Ela sabia que para sair dali precisaria estar calma,,respirar fundo e se lembrar de onde veio. E ela com seus pés descalços começou a se mover, olhando com cuidado cada passo que dava e sentindo de onde vinha o vento. E seguindo aquela brisa fresca e passando as maos por aquele emaranhado de folhinhas se deixou sentir. Sentir tudo que fosse possível.
Sentiu seus pés no chão quente, sua maos tocando as folhinhas, o sopro do vento nos seus cabelos, e caminhou. E foi caminhando, caminhando e acabou encontrando -
a saida.
Respirou fundo, sentiu - que esse labirinto era apenas seus pensamentos agitados. sua ansiedade.
Quando se permitiu sentir, tudo ficou para tras. Ela então estava livre e poderia ir onde quisesse.

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